terça-feira, 29 de março de 2011

"E Finito"

"“Opera per Tutti” quer-se dinâmico".
Dizia no primeiro escrito deste blogue, em Janeiro de 2007.
E durante a sua existência, lutou por isso, tentou cumprir.
Foi engraçado e gratificante.

Agradeço, com alguma emoção, a todos os que o visitaram, deixaram comentários e opiniões, ajudaram a manter viva uma chama de amor pela Ópera que, bem acesa, continuará comigo.
Mas há momentos na vida em que temos de abandonar o supérfluo, e concentrarmo-nos no essencial.


“Opera per Tutti” gostou de existir.

Até sempre!

Obrigado.

sábado, 5 de março de 2011

Sabiam?


Arturo Toscanini (1867-1957).
O genial Maestro dirigiu as estreias mundiais de 5 óperas.

"Os Palhaços", em 1892.
"La Bohème", em 1896.
"La Fanciulla del West", em 1910.
"Turandot", em 1926.
"O Rei", em 1929.

É obra!

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Peter Hoffmann


Tenor "wagneriano" de excelência, deixa um espaço e um legado difíceis de preencher.
Peter Hoffmann (1944-2010).

sábado, 22 de janeiro de 2011

"Carmen"


Já compraram a "Carmen" de Elina Garanca?
Recomendo vivamente.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

A "Diva" portuguesa.


A minha homenagem.
Por razões óbvias.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Bom Natal !

Desejo a todos um Bom Natal.

domingo, 12 de dezembro de 2010

"Don Carlo" MET



O “Don Carlo” é uma ópera exigente.
Não só por ser a mais extensa de Verdi, mas também por necessitar de grande quantidade de bons cantores para os principais papéis.
Ontem, na Gulbenkian, em transmissão directa da MET, uma boa récita.
Baixos muito bons. Quer Furlanetto (Filipe II) quer Eric Halfvarson (Grande Inquisidor) estiveram a grande altura. Um mezzo de excepcional qualidade, Anna Smirnova, numa “Eboli” que arrebatou a assistência. E um “Rodrigo” cantado por Simon Keenlyside que “encheu” o écran.
Para mim, ele foi a “estrela” da noite. Voz poderosa aliada a uma extraordinária representação cénica.
E perguntarão: então e o “Don Carlo” e a “Elisabeth”?
Pois…
Roberto Alagna é um bom tenor. Ninguém duvida. Mas os seus dotes de actor deixam muito a desejar…Sendo mais concreto: é um “canastrão”. E bem o demonstrou neste papel. Gestos demasiado encenados, pouco ou nada naturais.
Marina Poplavskaya será, um dia, uma grande “Elisabeth”. Por agora, falta-lhe a maturidade que gosto de sentir , e que ela não pode, de modo algum, emprestar ao papel. Canta bem…tem boa presença….mas falta ali qualquer coisa que só o tempo poderá trazer.
Muito bem Yannick Nézet-Séguin à frente da Orquestra do MET.
Uma encenação eficaz de Nicholas Hytner.

Locations of visitors to this page