sábado, 28 de março de 2015
sábado, 24 de dezembro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Levine e Luisi...
sábado, 5 de março de 2011
Sabiam?
segunda-feira, 19 de julho de 2010
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Nicola Rescigno

A ópera perde um dos seus grandes Maestros, a quem os Estados Unidos muito ficam a dever.
Foi ele quem regeu as orquestras nas estreias naquele país de cantores como Callas, Caballé, Domingo e Sutherland. Com estas e outras celebridades gravou inúmeras óperas, deixando registos soberbos da sua Arte.
Callas considerava-o mesmo um dos seus maestros preferidos, o que não é pouco.
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Claudio Abbado

“Refugio-me entre as flores depois do trabalho, para pensar na música”.
E por Goya.
“As pinturas negras, os caprichos, os desastres de guerra, comovem-me”.
E sempre aprendeu com os mais velhos, desde jovem.
Toscanini, Bruno Walter, Furtwangler. Todos o fascinavam.
Um cancro diagnosticado, levou-o a “despedir-se” em Salzburgo com um monumental “Requiem” de Verdi na Páscoa de 2002. Pensou que seria a última obra que regia.
Não foi. Sobreviveu a várias cirurgias e reapareceu.
O “maior” da sua geração, agora com 75 anos, foi regente do Scala, da Filarmónica de Viena, e substituiu Karajan à frente da Filarmónica de Berlim entre 1989 e 2002. Só….
Claudio Abbado.
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Lorin Maazel

Menino-prodígio, recebeu a primeira lição de regência aos 7 anos, e estreou-se com 8, sendo convidado aos 11 para dirigir na rádio a Orquestra Sinfónica NBC, e no ano seguinte regeu várias grandes orquestras. Sabiam?
Foi o primeiro americano a reger em Bayreuth (1960).
Uma carreira de muito trabalho e muito sucesso, reconhecida por todos.
Lorin Maazel tem hoje 78 anos, mas não abrandou a sua actividade, tendo ainda bem recentemente dirigido “Madama Butterfly” em Espanha.
Em criança, queria ser matemático ou escritor, mas a música foi o caminho seguido, pois a vocação era inegável.
“Puccini é muito difícil de dirigir e muito fácil de escutar” e “Verdi tem um nível de inspiração único no mundo da música”.
Opiniões do Maestro.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Temirkanov

Maestro da Orquestra Filarmónica de S.Petersburg desde 1988, Yuri Temirkanov (nasceu em 1938) é hoje, sem qualquer dúvida, um dos grandes maestros na regência de ópera, e não só de ópera russa. Que o diga o público de Parma, um dos mais exigentes do mundo, e que a ele se rendeu completamente com uma “La Traviata” extraordinária.
Pouco divulgado durante décadas, como aconteceu a todos os grandes de Leste, só há poucos anos temos a sorte de poder ouvir e até assistir a direcções suas.
E como mais vale tarde do que nunca, desfrutemos Temirkanov como ele merece. E justifica.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
Georges Prêtre
Se associamos maestros à carreira de Maria Callas, Georges Prêtre, a par de Tullio Serafin, é o nome que, de imediato, recordamos.Aos 83 anos, será ele que conduzirá o Concerto de Ano Novo 2008.
Pela primeira vez, foi convidado um maestro francês, e será caso para dizer, que vale mais tarde do que nunca.
É mais do que justo.
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
Claudio Abbado
Sem dúvida, um dos grandes maestros do século XX.
Abbado nasceu em Milão em 1933, onde foi director musical do “La Scala” de 68 a 86, um dos períodos de maior brilho daquela casa de espectáculos. Ao abandonar o Scala passa a director musical da Ópera de Viena, onde permanece até 1991.
Foi ele o sucessor, na Filarmónica de Berlim, do lendário Karajan, de onde saiu em 2002.
Dirigiu todas as grandes óperas, mas dedica especial atenção à divulgação de obras contemporâneas, e ao ensino musical dos jovens.
Inúmeras são as gravações, em cd e dvd, que podemos encontrar no mercado.
Um grande maestro italiano.
quarta-feira, 30 de maio de 2007
Tulio Serafin

Tulio Serafin (1878-1968) é uma figura incontornável da História da Ópera.
Muito novo, foi contratado por Toscanini como “assistant” para o La Scala, aí começando uma brilhante carreira. Alargou o repertório cantado até então no grande teatro de Milão, a compositores como Richard Strauss e Weber.
Logo a seguir à guerra de 14-18, parte para os Estados Unidos, e no período de 1924 até 1934 é um dos maestros do MET, onde apresenta, pela primeira vez naquela sala, a “Turandot” e “Simon Boccanegra” , entre outras.
Em 1934 regressa a Itália como director artístico do Teatro Reale em Roma. Aí dirige, também pela primeira vez, o “Anel” de Wagner em italiano, bem como Berg e Britten naquela língua.
E logo a seguir à II Grande Guerra, ei-lo novamente à frente do La Scala.
Para além de ter introduzido muitos compositores nos importantes teatros em que trabalhou, era um notável descobridor de talentos, “infalível” na opinião de Tito Gobbi.
Callas e Sutherland passaram pelas suas mãos. As primeiras grandes gravações de Callas têm Serafin na batuta, e foi ele que “lançou” Sutherland na “Lucia” que a celebrizaria.
Com 84 anos ainda regeu o “Othello” de Rossini.
domingo, 18 de fevereiro de 2007
Karajan
Karajan marcou uma época.
Pela sua qualidade, pelo seu rigor, pela exigência com que abordava qualquer peça, qualquer orquestra, qualquer intérprete.
Reparem, numa gravação das inúmeras existentes em DVD, nas suas mãos. É um espectáculo dentro de outro.
A concentração com que regia é soberba. O respeito que infundia, admirável.
Foi regente da Filarmónica de Berlim durante 35 anos, leram bem, 35 anos, sucedendo a outro “monstro sagrado” que foi Wilhelm Furtwangler.
Todo o mundo conhece este Maestro.
As orquestras que regia têm um som diferente, e estou a lembrar-me de um fabuloso “Tristan und Isolde”, como nunca ouvi igual.
Karajan.
Para sempre.
sábado, 27 de janeiro de 2007
Combinação perfeita?

Será que S.Petersburg ainda encabeça a mente do grande maestro, que é, hoje em dia, o expoente máximo da regência russa? Londres aparecerá como alternativa, ou segunda escolha?
A interpretação da sonata o “O Rei das Estrelas” de Stravinsky, não fez esquecer a de Pierre Boulez, há uns anos, à frente da Orquestra da BBC.
De seguida a “Scythian Suite” de Prokofiev foi o melhor do espectáculo.
Fechou com o Concerto para Piano e Sopro do já citado Stravinsky, em que o protagonista foi, sem dúvida, o pianista Alexander Toradze.
Uma noite russa.
Gergiev levará algum tempo a adaptar-se à Orquestra, esta a ele, mas dessa combinação de “luxo”, resultará certamente uma união de frutos assegurados.
Talento não falta a ambas as partes.
domingo, 21 de janeiro de 2007
Ricardo Muti

Ricardo Muti abandonou o Scala em 2005, descontente com as condições de trabalho, e a verdade é que este Teatro nunca mais voltou ao esplendor que conheceu com o grande maestro italiano.
Mas quem pensou que seria o fim da brilhante carreira de Muti, enganou-se.
Este mês, dirigirá a New York Philharmonic em dois concertos, o primeiro dos quais teve lugar esta semana.
E logo com o Concerto para Violino de Tchaikovsky.
Foi solista Vadim Repin.
Nascido em 1971 na Sibéria, Repin não esconde a sua “alma” russa na maneira como aborda a execução. Vigor e simultaneamente “doçura”. E Muti soube entender estas características, levando a categorizada orquestra a um acompanhamento ao nível do executante.
Depois foi a vez de Scriabin, e a sua Sinfonia nº3, o “Poema Divino”, uma peça longa e difícil com quase uma hora de duração.
Muti esteve aqui ao seu melhor nível, suavizando as partes mais “agrestes” da Sinfonia, não deixando o público sentir o quase cansaço que esta obra tem provocado amiúde.
O Lincoln Center conheceu uma noite de fortes aplausos. E justos.




