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sábado, 22 de janeiro de 2011

"Carmen"


Já compraram a "Carmen" de Elina Garanca?
Recomendo vivamente.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

"Pique Dame"


Por muitos considerada a ópera mais “tradicional” de Tchaikovsky, a “Dama de Espadas” foi estreada em S.Petersburgo em 1890.
Exactamente no mesmo Teatro Maryinsky em que esta produção foi gravada em 1993.
Com uma encenação “à antiga”, majestosa e respeitando a época, vale mais pelas cantoras do que pelo tenor Gegam Grigorian, cujo “Herman” não espanta. Admirável está Maria Guleghina, com 34 anos, e em grande forma. A sua “Liza” é excelente, ainda que não fazendo esquecer a grande Galina Vishnevskaya, em gravação áudio que felizmente existe. A “Pauline” de Olga Borodina é igualmente muito boa, e pena é que o personagem tenha um papel pequeno na ópera. Uma palavra para Leiferkus no “Tomsky”, seguro e convincente. Ludmila Filatova faz uma “Condessa” que não deixa saudades.
Um grande trunfo deste dvd é a Orquestra de Kirov, e o maestro Gergiev, perfeitamente à vontade neste reportório. Muito bem.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Mozart com 11 anos...


Não sei se podemos classificá-la como uma “ópera”.
Mas ouve-se e vê-se como tal.
“Apollo et Hyacinthus”, que o festival de Salzburgo levou à cena em 2006 e registou em dvd, é muito agradável, bem cantado e…é Mozart.
Quando acabou, pensei:
“Como é possível que um miúdo de 11 anos consiga escrever isto!”.
Mas logo recordei o génio. E a explicação.
São 75 minutos que passam num instante, tal a riqueza da música e a excelência da interpretação, salientando que não conhecia nenhum destes cantores.
Excelente a qualidade da gravação.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

DVD Revisitado (5)


Quando me apetece um "festival" de grandes cantores, revejo este dvd.
Gravado no dia 1 de Dezembro de 1984, não são necesárias muitas palavras para o caracterizar.
Vê-se, ouve-se, e não se dá por o tempo passar.
Recomendo, se ainda o conseguirem encontrar.



sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Relíquia


Durante 82 minutos, saboreamos as vozes de Christa Ludwig (n.1928), Gundula Janowitz (n.1937), Irmgard Seefried (1919-1988), Galina Vishnevskaya (n.1926), Gré Brouwenstijn (1915-1999) e Rita Streich (1920-1987).
Gravações a preto e branco, realizadas entre 1962 e 1972.
Brahms, Mahler, Beethoven, Tchaikovsky, Wagner, Schumann, Richard Strauss, Mozart….estão todos lá.
Edição da BBC, na sua fabulosa colecção “classic archive”.
Pequeno reparo: O som na parte de Janowitz está muito baixo, mas esquece-se facilmente no contexto global deste dvd, indispensável.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

DVD Revisitado (3)


Renata Tebaldi (“Leonora”), Ettore Bastianini (“Don Carlo”), Franco Corelli (“Don Alvaro”) e Boris Christoff (“Padre Guardiano”).
É “apenas” este o elenco desta “Força do Destino” cantada em Nápoles, no dia 15 de Março de 1958, no célebre “San Carlo”, com Francesco Molinari Pradelli à frente da Orquestra e Coro do teatro.
A imagem não é, obviamente, “digital”… mas aquelas vozes bastam para rapidamente nos esquecermos de tudo isso. Mesmo que não haja melhor “Leonora” que Leontyne Price (na minha opinião).
E como brinde, ainda uma entrevista a Tebaldi.
Uma preciosidade.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

DVD Revisitado (2)


Há muitas gravações áudio e vídeo do “Requiem” de Verdi.
Mas esta é, para mim, a melhor.
Pavarotti e Cossotto com 32 anos, Leontyne Price com 40 e Ghiaurov com 38, estavam no auge das suas capacidades vocais, na plenitude do seu talento de grandes cantores, e Karajan, à frente da Orquestra e Coros do La Scala, deslumbra.
A gravação foi feita em 1967, e revê-se com o encantamento da primeira vez.
“Ganhem” dez minutos e vejam este “clip”. Apreciem a arte de Price e de Karajan.
Posso garantir que este nível é o de toda a gravação.



segunda-feira, 9 de março de 2009

DVD Revisitado (1)


Plácido Domingo no “Lohengrin” e Cheryl Studer como “Elsa”, acompanhados por Robert Lloyd no “Rei Henrique”.
Cláudio Abbado dirige a Orquestra da Ópera de Viena.
Corria o ano de 1990.
Quando termina a ópera, percebemos claramente o papel que o tenor espanhol representa na arte lírica, uma capacidade vocal que lhe permitiu interpretar os mais diversificados personagens, aquilo a que poderíamos chamar “tenor completo”.
E Studer está magnífica, o que igualmente não espanta.
Um “Lohengrin” que não se esquece.
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