
quinta-feira, 23 de julho de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
quinta-feira, 16 de julho de 2009
DVD Revisitado (3)
Renata Tebaldi (“Leonora”), Ettore Bastianini (“Don Carlo”), Franco Corelli (“Don Alvaro”) e Boris Christoff (“Padre Guardiano”).
É “apenas” este o elenco desta “Força do Destino” cantada em Nápoles, no dia 15 de Março de 1958, no célebre “San Carlo”, com Francesco Molinari Pradelli à frente da Orquestra e Coro do teatro.
A imagem não é, obviamente, “digital”… mas aquelas vozes bastam para rapidamente nos esquecermos de tudo isso. Mesmo que não haja melhor “Leonora” que Leontyne Price (na minha opinião).
E como brinde, ainda uma entrevista a Tebaldi.
Uma preciosidade.

segunda-feira, 13 de julho de 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
DVD Revisitado (2)

Há muitas gravações áudio e vídeo do “Requiem” de Verdi.
Mas esta é, para mim, a melhor.
Pavarotti e Cossotto com 32 anos, Leontyne Price com 40 e Ghiaurov com 38, estavam no auge das suas capacidades vocais, na plenitude do seu talento de grandes cantores, e Karajan, à frente da Orquestra e Coros do La Scala, deslumbra.
A gravação foi feita em 1967, e revê-se com o encantamento da primeira vez.
“Ganhem” dez minutos e vejam este “clip”. Apreciem a arte de Price e de Karajan.
Posso garantir que este nível é o de toda a gravação.

domingo, 5 de julho de 2009
Ekaterina Shcherbachenko

Ekaterina Shcherbachenko.
Fixem este nome, embora não seja fácil...
Este soprano ganhou o "BBC Cardiff Singer of the World" de 2009, e pelo "clip" que anexo, não é difícil perceber porquê.
Estamos perante uma grande voz, uma extraordinária capacidade interpretativa, uma presença marcante.
Não me enganarei se lhe vaticinar um futuro brilhante.
Veremos.
Fixem este nome, embora não seja fácil...
Este soprano ganhou o "BBC Cardiff Singer of the World" de 2009, e pelo "clip" que anexo, não é difícil perceber porquê.
Estamos perante uma grande voz, uma extraordinária capacidade interpretativa, uma presença marcante.
Não me enganarei se lhe vaticinar um futuro brilhante.
Veremos.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Porto, 1921...

Em 1921, o Teatro S. João, no Porto, recebia uma Companhia de Ópera, que integrava nomes como Maria Barrientos ou o Maestro Vittorio Gui.
Barrientos (1883-1946) foi um enorme soprano “coloratura”, convidada por todos os grandes palcos mundiais, da Europa ao MET, passando por Buenos Aires.
Cantou muitas vezes ao lado de Caruso, e era uma das mais respeitadas figuras da cena lírica mundial.
Vittorio Gui (1885-1975), presente em muitas das gravações que todos nós possuímos, foi um dos mais conhecidos e reconhecidos maestros, numa época em que os talentos abundavam.
Célebre o seu “Parsifal” de 1950 com Maria Callas, brilhante o “Barbeiro de Sevilha” de 1962, e fantásticas umas “Bodas de Fígaro” com Sena Jurinac.
Bastaria notar que Gui foi convidado por Bruno Walter para maestro convidado do Festival de Salzburgo, para avaliar a sua capacidade.
O Porto dos anos 20 do século passado teve ocasião de assistir a várias récitas de algumas óperas por estes intérpretes de excepção. Acompanhados por outros nomes importantes à época, como o soprano Madeleine Bugg, o tenor Dino Borgioli, o barítono Enrico Molinari ou o baixo Bruno Carmassi.
Há quase 90 anos.
E hoje?
Barrientos (1883-1946) foi um enorme soprano “coloratura”, convidada por todos os grandes palcos mundiais, da Europa ao MET, passando por Buenos Aires.
Cantou muitas vezes ao lado de Caruso, e era uma das mais respeitadas figuras da cena lírica mundial.
Vittorio Gui (1885-1975), presente em muitas das gravações que todos nós possuímos, foi um dos mais conhecidos e reconhecidos maestros, numa época em que os talentos abundavam.
Célebre o seu “Parsifal” de 1950 com Maria Callas, brilhante o “Barbeiro de Sevilha” de 1962, e fantásticas umas “Bodas de Fígaro” com Sena Jurinac.
Bastaria notar que Gui foi convidado por Bruno Walter para maestro convidado do Festival de Salzburgo, para avaliar a sua capacidade.
O Porto dos anos 20 do século passado teve ocasião de assistir a várias récitas de algumas óperas por estes intérpretes de excepção. Acompanhados por outros nomes importantes à época, como o soprano Madeleine Bugg, o tenor Dino Borgioli, o barítono Enrico Molinari ou o baixo Bruno Carmassi.
Há quase 90 anos.
E hoje?
(Cartaz publicado na Revista "ABC")
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