segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

1923


Nos anos 20 do século passado...a ópera em Lisboa não se restringia ao S.Carlos...mesmo sem os indescritíveis modernos encenadores com mentes "brilhantes"...


(Revista ABC de 1923)

segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

Quem são? (13)


Um é "barítono", o outro "baixo".
Fácil?

segunda-feira, 2 de Novembro de 2009

Quem são? (12)


Entre tão ilustres tenores, está um maestro.
Como se chama?

terça-feira, 27 de Outubro de 2009

Quem são? (11)


Quem é esta "Salome"?

terça-feira, 20 de Outubro de 2009

Quem são? (10)



Não é fácil...

quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

Justo!


A “Fundação Birgit Nilsson” acaba de atribuir o seu primeiro grande prémio, no valor de um milhão de dólares, a Placido Domingo, pelos seus 50 anos de carreira.
Trata-se do maior prémio existente no mundo da música clássica.
A cerimónia decorreu na Ópera Real da Suécia, exactamente o palco onde se estreou a grande Birgit Nilsson, há 63 anos.
Placido Domingo declarou que irá aplicar esta verba na sua iniciativa “Operalia”, concurso de descoberta de novos cantores, dividindo-o em duas partes: uma para distinguir o melhor intérprete wagneriano, a outra no apoio geral à realização do concurso.
Justo o prémio e digno o destino do mesmo.




sexta-feira, 9 de Outubro de 2009

Irritação...


Este sujeito (Christoph Dammann) tem o condão de me irritar.
Que se há-de fazer?
Leio qualquer coisa que tenha dito, e logo sinto crescer uma aversão que ultrapassa a simples antipatia.
Desta vez, deu uma pequena entrevista ao “JL”, mas pequena ou grande, aproveita sempre para qualquer dislate.

Vou citar, com a devida vénia:

Pergunta: como reage às críticas?
Resposta: “No caso de “Salomé” fiquei um pouco surpreendido. Aceito posições diversas, mas penso que alguns críticos não têm essa capacidade. Uma vez em cada temporada é bom ter uma grande polémica. A crítica é normal e acompanha o trabalho dos directores artísticos de todo o mundo. O nosso objectivo não é convencer toda a gente. Nas artes temos de fazer aquilo de que estamos convencidos, tendo sempre no horizonte o público. Tenho um grande respeito pelo público português – que está a crescer e a mudar – e é minha obrigação servi-lo”.

Por mim, pode ir servir, rapidamente, outro qualquer público que não o português.
E aproveito para deixar no ar a questão:
Vamos mesmo aturá-lo até 2012?
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