
Ramon Vinay é considerado, por muitos, o melhor “Otello”.
E ainda que estas classificações dependam sempre do gosto pessoal, é indiscutível que, se não é o melhor, está entre os melhores.
E quando Vinay interpreta o papel acompanhado por Tebaldi e Gino Bechi, em 1952, numa célebre récita em Nápoles, o resultado só podia ser memorável.
É uma gravação ao vivo, com as naturais e habituais deficiências, mas quase nos esquecemos delas, perante a qualidade das vozes, o cunho interpretativo, o simbolismo histórico, a possibilidade de, 57 anos volvidos, ter oportunidade de ouvir estes cantores de excepção.
Gabriele Santini dirige a Orquestra e Coro do “S.Carlo” de Nápoles.
E ainda que estas classificações dependam sempre do gosto pessoal, é indiscutível que, se não é o melhor, está entre os melhores.
E quando Vinay interpreta o papel acompanhado por Tebaldi e Gino Bechi, em 1952, numa célebre récita em Nápoles, o resultado só podia ser memorável.
É uma gravação ao vivo, com as naturais e habituais deficiências, mas quase nos esquecemos delas, perante a qualidade das vozes, o cunho interpretativo, o simbolismo histórico, a possibilidade de, 57 anos volvidos, ter oportunidade de ouvir estes cantores de excepção.
Gabriele Santini dirige a Orquestra e Coro do “S.Carlo” de Nápoles.




