
Nasceu nos Estados Unidos em 1934.
Estreou-se em 1954 em “Bartered Bride” de Smetana. Parte nesse ano para a Europa, juntando-se à Companhia de Ópera de Gelsenkirchen.
Como soprano, cantou aí a Mimi de “La Bohème” e a Amelia de “Simon Boccanegra”. O sucesso foi enorme, o que levou a Ópera de San Francisco a convidá-la. E Horne regressa aos Estados Unidos.
A primeira vez que canta com Joan Sutherland é em 1961, na “Beatrice di Tenda” de Bellini. Iniciava-se uma dupla que se tornaria lendária.
A revista “Opera News” classificou Marilyn Horne “provavelmente a maior cantora do mundo”, em 1981. Modestamente, reforçaria o “provavelmente”, mas que é uma das maiores, não tenho dúvidas.
Há quem a considere igualmente a maior intérprete de Rossini.
Com ou sem epítetos, o seu nome está gravado a ouro no livro de honra da arte lírica.
Estreou-se em 1954 em “Bartered Bride” de Smetana. Parte nesse ano para a Europa, juntando-se à Companhia de Ópera de Gelsenkirchen.
Como soprano, cantou aí a Mimi de “La Bohème” e a Amelia de “Simon Boccanegra”. O sucesso foi enorme, o que levou a Ópera de San Francisco a convidá-la. E Horne regressa aos Estados Unidos.
A primeira vez que canta com Joan Sutherland é em 1961, na “Beatrice di Tenda” de Bellini. Iniciava-se uma dupla que se tornaria lendária.
A revista “Opera News” classificou Marilyn Horne “provavelmente a maior cantora do mundo”, em 1981. Modestamente, reforçaria o “provavelmente”, mas que é uma das maiores, não tenho dúvidas.
Há quem a considere igualmente a maior intérprete de Rossini.
Com ou sem epítetos, o seu nome está gravado a ouro no livro de honra da arte lírica.






