
Nela nasceram grandes figuras da cena lírica, muitas outras que não sendo geniais têm contribuído, ao longo dos tempos, para a glória desta Arte.
Uma das maiores é, sem dúvida, Montserrat Caballé.
Catalã (nasceu em Barcelona em 1933), começou a sua carreira na Suiça, no final dos anos 50, integrando em Basileia a companhia de Ópera local, onde curiosamente interpretou Mozart e Strauss, e não os grandes compositores italianos.
Mas é com Donizetti que se torna estrela mundial, em 1965, quando em Londres interpretou a “Lucrezia Borgia”. 25 minutos de aplausos e chamadas ao palco!
Desse espectáculo, ficou a célebre ( e na minha opinião, exageradíssima) frase de um conhecido crítico : “Callas + Tebaldi = Caballé”.
É com Donizetti, mas também com Bellini e Rossini, que Caballé se torna um ídolo.
Torna-se fastidioso enumerar os seus êxitos.
Ouvir as suas gravações, nomeadamente todas as dos anos 60, é suficiente para considerar Caballé uma Diva.
Ei-la como Leonora, do “Il Trovatore”:






