
Há quem diga, mas são opiniões, que Jussi Bjorling (1911-1960) foi o maior tenor de sempre.
E para se dizer isto de um sueco, que cantava as óperas italianas e francesas como se dominasse estas línguas como a sua, a opinião dá que pensar.
Estreou-se na “Manon Lescaut” , em 1930, em Estocolmo. Logo a seguir fez o Don Ottavio do “D.Giovanni”, e apareceu pela primeira vez no MET de Nova York em 1938, cantando o Rodolfo de “La Bohème”.
Foi cabeça-de-cartaz neste “templo” da Ópera nos anos 40 e 50, aqui cantando todos os mais conhecidos papéis de tenor. E também destas gravações surge a opinião que algumas delas são inultrapassáveis, dando-se como exemplos, “Rigoletto”, “Aida”, “Un Ballo in Maschera” e “Romeo et Juliette”.
A sua gravação de “La Bohème” com Vitoria de Los Angeles e Robert Merrill, dirigidos por Sir Thomas Beecham, é considerada a melhor de sempre.
Mas, repito, são opiniões. Não sei se esta Bohème é superior à melhor gravação da ópera com Pavarotti e Freni…
Morreu novo, no auge da sua carreira e do seu sucesso.
Segundo as críticas, não era um bom “actor”, e talvez esse facto não lhe tenha granjeado a unanimidade que a sua portentosa voz merecia.
Vamos ouvi-lo numa ária que todos conhecem, “Nessun Dorma” da “Turandot” de Puccini.
E para se dizer isto de um sueco, que cantava as óperas italianas e francesas como se dominasse estas línguas como a sua, a opinião dá que pensar.
Estreou-se na “Manon Lescaut” , em 1930, em Estocolmo. Logo a seguir fez o Don Ottavio do “D.Giovanni”, e apareceu pela primeira vez no MET de Nova York em 1938, cantando o Rodolfo de “La Bohème”.
Foi cabeça-de-cartaz neste “templo” da Ópera nos anos 40 e 50, aqui cantando todos os mais conhecidos papéis de tenor. E também destas gravações surge a opinião que algumas delas são inultrapassáveis, dando-se como exemplos, “Rigoletto”, “Aida”, “Un Ballo in Maschera” e “Romeo et Juliette”.
A sua gravação de “La Bohème” com Vitoria de Los Angeles e Robert Merrill, dirigidos por Sir Thomas Beecham, é considerada a melhor de sempre.
Mas, repito, são opiniões. Não sei se esta Bohème é superior à melhor gravação da ópera com Pavarotti e Freni…
Morreu novo, no auge da sua carreira e do seu sucesso.
Segundo as críticas, não era um bom “actor”, e talvez esse facto não lhe tenha granjeado a unanimidade que a sua portentosa voz merecia.
Vamos ouvi-lo numa ária que todos conhecem, “Nessun Dorma” da “Turandot” de Puccini.


