
Da Rússia sempre vieram óptimos cantores.
Mesmo que não muito conhecidos na Europa Ocidental, encantavam nas suas produções locais, e durante os anos da “guerra-fria”, raros foram os que obtiveram autorização para cantar fora do espaço de influência da União Soviética.
Mas agora surgiu Anna Netrebko.
E o mundo da ópera parou para admirá-la.
Muito nova, já tem em palco a desenvoltura das grandes estrelas, a sua voz é espantosa, a figura ajuda.
Com Villázon, têm formado “o par” soprano-tenor da actualidade, superando, na minha opinião, outro par famoso e recente, Gheorghiu-Alagna, por achar que este é um tenor apenas vulgar.
Netrebko é espantosa.
Via-a recentemente numa “Manon” de Massenet, e fiquei absolutamente fascinado com o à-vontade, a voz, a presença.
Vamos ouvi-la em “La Traviata”, outra gravação que já existe em dvd, e que recomendo.
Mesmo que não muito conhecidos na Europa Ocidental, encantavam nas suas produções locais, e durante os anos da “guerra-fria”, raros foram os que obtiveram autorização para cantar fora do espaço de influência da União Soviética.
Mas agora surgiu Anna Netrebko.
E o mundo da ópera parou para admirá-la.
Muito nova, já tem em palco a desenvoltura das grandes estrelas, a sua voz é espantosa, a figura ajuda.
Com Villázon, têm formado “o par” soprano-tenor da actualidade, superando, na minha opinião, outro par famoso e recente, Gheorghiu-Alagna, por achar que este é um tenor apenas vulgar.
Netrebko é espantosa.
Via-a recentemente numa “Manon” de Massenet, e fiquei absolutamente fascinado com o à-vontade, a voz, a presença.
Vamos ouvi-la em “La Traviata”, outra gravação que já existe em dvd, e que recomendo.

